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28 de setembro de 2016

Incorporadoras aproveitam facilidade de negociação para comprar terrenos

Apesar das vendas fracas, incorporadoras têm investido na compra de terrenos por causa do recuo de preços e da expectativa de aquecimento do mercado imobiliário para os próximos anos.

Esse movimento também é impulsionado pela melhora dos índices de confiança do consumidor no país.

Como o ciclo de incorporação é longo, as empresas precisam tentar antecipar as tendências de mercado para que a oferta coincida com o aumento da demanda, avalia Flavio Amary, presidente do Secovi-SP (do setor).

“O mercado imobiliário ainda não sabe o ponto de virada, quando as vendas devem voltar a crescer, mas as empresas que podem adquirir ativos tentam fazer agora.”

“Lançaremos dois edifícios em 2016, a metade do que em 2015, mas a empresa precisa pensar o banco de terrenos para os próximos dois anos”, afirma Antonio Setin, da construtora que leva seu nome.

“Até o começo de 2014, tínhamos de comprar o lote com pagamento em dinheiro e à vista. O dono não aceitava permuta e perdíamos o negócio porque a concorrência era grande”, diz Eduardo Pompeo, também da Setin.

Os proprietários de terreno estão bem menos exigentes, de acordo com Luciano Amaral, da Bueno Netto.

“Há dois anos, muitos donos não aceitavam permutas pelo espaço, queriam receber em dinheiro e ofereciam prazos menores.”

Além da flexibilidade, foi possível neste ano comprar lotes por 15% menos do que custavam antes da crise, afirma Eduardo Fischer, presidente da MRV. “Após essas aquisições, a expectativa é lançarmos 20% mais em 2017.”

Fonte: Folha de São Paulo – 28/09/2016

27 de setembro de 2016

Especialistas apontam leve melhora no setor imobiliário desde a crise

Recuperação do mercado deve ser mais evidente em meados de 2017. Cenário positivo tem ligação com a situação política do Brasil.

Os primeiros sinais da recuperação do setor imobiliário desde que a crise econômica se instalou no Brasil começam a aparecer. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, declarou no final de julho que o "humor" imobiliário está mudando. "Já começa a ter mais visitas em plantões e, quando se fazem sondagens com empresários, vemos que eles estão menos pessimistas. Não é nenhum 'oba-oba', mas há uma reversão de expectativas". Martins afirma ainda que as vendas continuam sendo feitas, mesmo que em menor escala e explica que, com isso, o mercado deve começar a reverter. "Muitos prédios que estão parados vão começar a andar de novo", previu.

Elias Stefan Júnior, sócio proprietário de uma construtora de Sorocaba (SP), destaca que essa melhora no setor ainda é leve. "Vemos alguns sinais de melhora, mas temos a sensação que, em meados de 2017, a recuperação do mercado seja mais evidente."
O cenário positivo no setor, segundo Elias, tem ligação com a situação política do País. "O mercado como um todo estava aguardando a definição do quadro político e início efetivo da disposição do governo na implementação das reformas econômicas necessárias."
O mercado imobiliário de Sorocaba também está sentindo os primeiros sinais de melhora, de acordo com o empresário. Ele comenta que a construtora identificou a tendência e já estuda antecipar o lançamento de alguns empreendimentos, além de acelerar o cronograma de obras em andamento.
Mas o sócio da construtora afirma que ainda é preciso ter cautela. "A crise instalada nos últimos anos levará a uma reorganização mais lenta e sólida da economia do País, que chegou a níveis de atividade baixíssimos. Por isso, faz-se necessário o máximo de cautela nos investimentos e na realização das eventuais vendas que porventura aconteçam. O risco de prejuízo ainda é alto", explica.

Elias comenta ainda que os imóveis com valores mais baixos são os mais procurados no momento. "Lotes populares e habitacionais econômicos, casas e apartamentos com dois dormitórios são os mais comercializados. Os imóveis comerciais e industriais estão estagnados e dependem ainda mais da recuperação da economia como um todo", conclui.

Fonte: G1.com

27 de novembro de 2015

7 dicas para comprar imóveis na Black Friday

Advogado Marcelo Tapai orienta consumidores a escaparem de armadilhas e da tentação de fechar negócio por impulso.

Os descontos da Black Friday chegaram também ao mercado imobiliário. Com grandes estoques de novas unidades à venda, as incorporadoras oferecem até 51% de abatimento no preço de apartamentos nesta temporada. Imobiliárias estendem a promoção aos imóveis usados, e as ofertas se tornam tentadoras a ponto de levar consumidores a cogitarem uma compra que não estava sequer em seu horizonte.
Por isso, evitar a compra por impulso é a primeira medida a ser tomada nesta temporada, recomenta Marcelo Tapai, advogado especialista em Direito imobiliário e presidente do Comitê de Habitação da OAB/SP. Confira outras dicas dadas pelo especialista antes de fechar negócio durante as promoções de Black Friday:


1. Com a inflação acima da valorização imobiliária, os imóveis vêm perdendo valor real. Por isso, antes de se surpreender com os preços ofertados, verifique se trata-se de desconto ou do preço atualizado neste cenário de inflação em alta.

2. Verifique a localização da unidade não apenas no bairro e na rua mas também dentro do condomínio. “Imóveis em andares baixos, ou próximos a áreas de lazer, ou nos quais não bate sol ou ainda em frente a avenidas muito barulhentas tendem ser mais baratos”, alerta Tapai. Tais unidades frequentemente são as que ficam encalhadas e acabam repassadas a preços mais baixos.

3. Nunca compre um imóvel sem conhecê-lo antes. E, mesmo se ele agradar, pesquise outras promoções similares nas redondezas e avalie se é, de fato, um bom negócio.

4. Interessados em comprar imóveis na planta devem pesquisar o histórico de incorporadoras e construtoras, consultando CNPJ, número de reclamações no Procon, eventuais ações judiciais e registro da incorporação no Cartório de Registro de Imóveis.

5. Quem não tem dinheiro em caixa deve verificar se dispõe de crédito pré-aprovado pelo banco, já que nem todas as construtoras fazem uma avaliação de crédito no momento da venda. Sem essa avaliação, pode acontecer de o contrato de pré-venda ser assinado e o banco não aprovar o financiamento, dificultando o resgate do valor já pago antecipadamente.

6. Guarde folhetos e outros materiais de propaganda que informem características do imóvel, preço e condições de oferta. Eles podem servir de prova em caso de descumprimento do acordo pela construtora ou imobiliária.

7. “A dica mais importante: jamais compre um imóvel no mesmo dia que foi visitar o estande, independentemente do quão maravilhosa seja a oferta”, diz Tapai. Segundo o advogado, não existem negócios “imperdíveis” que justifiquem a compra por emoção sem um criterioso planejamento financeiro. “É preciso sempre analisar os detalhes do negócio em casa, com calma, sem a pressão dos estandes de venda. A compra de um imóvel, em muitos casos, é para a vida toda”, afirma ele.


Por Mariana Barros

25 de março de 2015

Vendas de imóveis usados e locação em residencial em SP tiveram janeiro de alta

O ano começou com resultados positivos em dois segmentos importantes do mercado imobiliário paulista, o de imóveis usados e o de locação residencial. Comparadas a dezembro último, as vendas em janeiro cresceram 3,7% e a locação de casas e apartamentos aumentou 29,69% nas 37 cidades pesquisadas mensalmente pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

O bom desempenho das vendas e da locação se refletiu no Índice Creci-SP, que mede o comportamento dos preços dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais. O índice registrou aumento de 1,04% em janeiro sobre dezembro. Em 12 meses até janeiro, porém, o Índice Creci-SP está negativo em 4,17%.

O crescimento das vendas em janeiro deste ano foi menor que o registrado em janeiro de 2014, de 9,4% sobre dezembro de 2013, mas maior que a tímida alta de 0,96% de janeiro de 2013 sobre dezembro de 2012.

- O importante é que este é o terceiro ano consecutivo em que há crescimento e não recuo das vendas em um mês tradicionalmente fraco e de baixa expectativa de negócios - afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Já o mercado de locação não trouxe surpresas.

- Janeiro é o mês em que tradicionalmente muitas famílias se mudam por causa da troca de escola dos filhos ou de emprego e da chegada às cidades com grandes universidades e faculdades dos jovens aprovados nos vestibulares, o que cria uma demanda extra - assinala Viana Neto.

No mês em questão do ano passado, o crescimento no número de locações foi de 28,48% sobre dezembro de 2013. E em janeiro de 2013 houve alta de 16,41% em relação a dezembro de 2012.

O crescimento das vendas em janeiro deste ano foi puxado por duas das quatro regiões que compõem a pesquisa estadual do Creci de São Paulo. No Litoral, a alta foi de 55,82% em relação a dezembro. Nas cidades de Santo Andre, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco, o aumento foi de 14,43%. Houve queda na Capital, de 10,24%, e no Interior, de 27,17%.

A locação de casas e apartamentos cresceu em janeiro nas quatro regiões componentes da pesquisa Creci-SP: 45,31% na Capital; 24,63% no Interior; 25,36% no Litoral; e 9,06% nas cidades da região do A, B, C, D mais Guarulhos e Osasco. 



Financiamento lidera vendas - As 1.183 imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP venderam 64,98% dos imóveis usados em janeiro por meio de financiamento bancário, sendo a Caixa Econômica Federal (CEF) responsável por 60,14% desse total. As vendas à vista somaram 30,88% e as financiadas diretamente pelos proprietários, 3,92%. Os consórcios continuam tendo participação minoritária nesse mercado - ela foi de 0,23% em janeiro.

Dos imóveis vendidos em janeiro, 52,07% eram apartamentos e 47,93% eram casas. Para vendê-los, os proprietários concederam descontos de 5,07% sobre os preços inicialmente pedidos para as propriedades situadas em bairros de regiões periféricas; de 6,91% para os de bairros de regiões centrais; e de 6,96% para os de áreas nobres. 

Os imóveis usados de até R$ 300 mil foram os mais vendidos no Estado em janeiro, com 58,76% do total de negócios fechados nas imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP. Na divisão das vendas por faixas de valor, predominaram os imóveis de até R$ 4 mil o metro quadrado, com 64,99% do total.

Casas e apartamentos com até R$ 1 mil de aluguel mensal foram os mais alugados em janeiro no Estado de São Paulo, com 56,16% das novas locações contratadas nas 37 cidades pesquisadas pelo Creci-SP. As casas somaram 53,85% do total e os apartamentos, 46,15%.

As mesmas imobiliárias que alugaram esses imóveis receberam de volta outros 1.527, o equivalente a 71,75% do total de novas locações de janeiro. Os donos dessas casas e apartamentos concederam aos novos inquilinos descontos variáveis sobre os aluguéis inicialmente pedidos. Esses descontos foram em média de 7,9% nos imóveis de áreas nobres, de 8,1% nos de bairros periféricos e de 9,88% nas áreas centrais. A preferência dos proprietários foi pelo fiador como meio de se garantirem em caso de inadimplência dos inquilinos - 60,62% deles optaram por essa forma de fiança.

A segunda modalidade de fiança mais adotada em janeiro foi o depósito de três meses do aluguel, presente em 18,75% dos contratos, seguida pelo seguro de fiança, com 13,49%. Outros 6,58% optaram pela caução de imóveis e 0,56% não exigiriam nenhuma forma de garantia para a locação.

A inadimplência nas imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP aumentou 3,9% em janeiro. Ela era de 2,82% dos contratos em vigor em dezembro e passou a 2,93 em janeiro deste ano. A comparação direta dos aluguéis médios de janeiro deste ano com janeiro do ano passado mostra que eles estão menores este ano no conjunto do estado. A redução é de 4,62% no aluguel de imóveis situados em bairros de áreas nobres das cidades pesquisadas pelo Creci-SP - o valor baixou de R$ 2.263,27 em janeiro de 2014 para R$ 2.158,58 em janeiro último.

No caso dos imóveis situados em bairros da área central das cidades, a queda no aluguel médio foi de 3,94%, com o valor caindo de R$ 1.178,43 para R$ 1.131,96. Nos bairros de periferia, a queda do aluguel foi menor, de 1,96% - o valor passou de R$ 884,93 em janeiro de 2014 para R$ 867,54 este ano.

Os aluguéis residenciais no Estado de São Paulo em janeiro variaram conforme a região e a localização dos imóveis, segundo apurou a pesquisa feita pelo Creci-SP com 1.183 imobiliárias de 37 cidades: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

24 de março de 2015

Parque Doman, em Ponta Grosssa, vende 70% dos lotes


Com a previsão de entrega das primeiras unidades no segundo semestre de 2016, o Parque Doman, que está sendo construído em Ponta Grossa pela a Paysage Empreendimentos, líder em urbanização e incorporação no Sul do Brasil, já pode ser considerado um case de sucesso em vendas. A primeira etapa do condomínio fechado Ancore, o primeiro dos três a serem implantados no empreendimento, totaliza um VGV (Volume Geral de Vendas) na ordem de R$ 20 milhões, contando com mais de 70% das unidades comercializadas em menos de 60 dias.

“Isso significa uma ótima velocidade de vendas e comprova a adequação do produto a esta tendência de demanda imobiliária na cidade”, destaca o diretor comercial e de marketing da Paysage Empreendimentos, Henrique Penteado Teixeira. Segundo ele, o Parque Doman, localizado na Avenida Siqueira Campos, inaugurou um novo perfil de condomínio fechado em Ponta Grossa, com lotes de 200 metros, e infraestrutura de lazer e segurança completas, de alto padrão. “São terrenos com preços atrativos a futuros moradores e investidores, que oferecem diferenciais de qualidade de vida e infraestrutura urbana, equiparados aos melhores empreendimentos da cidade. Além disto, tem grande potencial de valorização”, completa o executivo.

Dados históricos do mercado imobiliário apontam que complexos imobiliários deste tipo chegam a ter uma valorização de 20% a 30% superior a media de mercado, pois além de planejados, oferecem uma combinação de área residencial e comercial, que facilita a vida dos moradores. “Isso sem falar na estrutura viária da cidade que permeia o empreendimento, garantindo ótima acessibilidade, com avenidas que ligam o empreendimento aos principais eixos da cidade”, destaca Teixeira.

2 de outubro de 2014

Seguro Residencial Premium cobre de joias a obras de arte e bicicletas

A Porto Seguro lança em outubro o Porto Seguro Residência Premium, produto com garantias para imóveis de alto padrão. O objetivo é oferecer proteção mais adequada a casas e apartamentos cujo valor de contratação da cobertura básica fique entre 1 milhão e R$ 20 milhões. As coberturas se destacam por garantir itens normalmente encontrados nesse tipo de residência, como joias e obras de arte.

O lançamento da Porto Seguro atende às necessidades de um setor que cresce no Brasil. O chamado “mercado imobiliário de luxo” deve movimentar mais de R$ 46 bilhões em negócios nos próximos cinco anos, de acordo com um estudo do banco europeu Haliwell Financial Group. De acordo com o novo modelo de estratificação social adotado pela Associação Brasileira de Pesquisas (Abep) no início de 2014, a classe A – público-alvo do produto – representa 2,8% da população do País. Antes, somava 1,8%.

As garantias do novo seguro residencial da Porto Seguro se adaptam às necessidades do cliente. A cobertura de incêndio, explosão e fumaça, por exemplo, garante os prejuízos causados a veículos de colecionador, além dos bens existentes na propriedade. Já a cobertura de quebra de vidros se estende a itens como mármores e granitos.

Em caso de incêndio ou subtração, o seguro também cobre as joias, relógios, obras e objetos de arte. Outra novidade é a cobertura para bicicletas, que são garantidas se forem subtraídas dentro ou fora da residência e também se houver danos provocados por acidente durante o transporte. O seguro oferece ainda a garantia para jardins, contra subtração e danos em árvores, arbustos, plantas e o gramado, causados por incêndio, explosão, fumaça, impacto de veículos terrestres e aéreos, vendaval, queda de granizo e tumultos.

Outra cobertura disponível no produto é a de responsabilidade civil do empregador. Ela garante os danos que os empregados do segurado sofram durante o exercício das suas atividades. E o cliente pode ampliar essa proteção contratando a garantia de danos morais a terceiros.

O Porto Seguro Residência Premium conta ainda com serviços diferenciados, desenvolvidos para proporcionar comodidade ao segurado. Em caso de sinistro ele pode solicitar, por exemplo, a guarda de animais domésticos ou de móveis. Outros atendimentos disponíveis são as assistências para bikes e veículos de colecionador; e os reparos em depurador/exaustor de ar e portões automáticos.

Sobre a Porto Seguro

No mercado desde 1945, está entre as principais seguradoras do Brasil. Além de ser responsável pela Azul Seguros, em 2009 passou a controlar as operações da Itaú Seguros de Auto e Residência, após associação com o Itaú Unibanco. Desde 2004, é uma empresa de capital aberto.

Atua em todos os ramos de Seguros Patrimoniais e de Pessoas, que são complementados por outros negócios relacionados com a atividade principal: Automóvel, Saúde Empresarial, Patrimonial, Vida, Previdência, Transportes, Consórcio de Imóveis e Automóveis, Administração de Investimentos, Financiamento, Capitalização, Cartão de Crédito, Proteção e Monitoramento, Serviços a Condomínios e Residências e Telecomunicações.

Fonte: http://www.segs.com.br

21 de março de 2014

Gigante imobiliário chega ao Brasil com investimento em setor corporativo


A empresa Coldwell Banker Commercial, líder mundial no setor de serviços imobiliários corporativos, anunciou nesta sexta-feira que desembarca no Brasil com um investimento programado de R$17 milhões para os próximos três anos.

A chegada da companhia é fruto da associação entre a gigante americana e o grupo Brasilinvest, coincide com a expansão do mercado imobiliário brasileiro.

'Era algo natural para nós desenvolver a Coldwell Banker Commercial no Brasil. Quando olhamos para o Brasil olhamos para um dos maiores mercados do mundo, especialmente em São Paulo', afirmou à Agência Efe o vice-presidente mundial da Coldwell Banker, J. Peter Turtzo.

A expectativa da companhia é criar 250 escritórios em vários pontos do país nos próximos 24 meses, centradas exclusivamente no mercado comercial.

De acordo com Fernando Garnero, presidente do Grupo Garnero, matriz da Brasilinvest, a chegada da Coldwell Banker Commercial criará cerca de 400 postos de trabalho de maneira direta em todo o país.

'A Brasilinvest possui grande experiência na questão imobiliária: desde o início da operação, o processo de aprovação, a concepção, a construção com financiamento e as vendas, onde estamos entrando agora. É a primeira vez que entramos no campo das vendas', explicou Garnero.

O objetivo da companhia é gerar um volume de transações de R$3 milhões até 2017.

Presente em 28 países, a Coldwell Banker Commercial conta com um faturamento anual de US$6,8 bilhões e US$15 milhões de transações anuais, segundo dados divulgados pela própria companhia. EFE

Fonte: http://noticias.br.msn.com
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