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19 de fevereiro de 2016

Preço médio dos aluguéis novos e do metro quadradro cai no Brasil


Em alta por muitos anos e importante termômetro do crescimento, o mercado imobiliário sofre com a crise econômica que afeta o país.

No ano passado, o número de vendas de imóveis caiu 15,1% no Brasil, segundo os dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Segundo informações da Folha de S. Paulo, o preço médio do metro quadrado e dos aluguéis de contratos novos caiu. Em São Paulo, por exemplo, o preço médio do aluguel "novo" baixou 12,7% nos últimos 12 meses contados até janeiro (em termos reais: considerada a inflação medida pelo IGP-M. Sem levar em conta a inflação, a queda foi de 3,2%, dado do Secovi).

Em relação a 2014, o número de unidades lançadas foi 19,3% menor.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com.br

15 de janeiro de 2016

Valor médio do metro quadrado para aluguel sofreu desvalorização no ano passado


Levantamento realizado pelo portal de imóveis VivaReal com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 30 cidades brasileiras, o Dados do Mercado Imobiliário (DMI) aprontou que o valor médio do m² para aluguel no Brasil sofreu desvalorização de 5,24% durante o ano de 2015. Entre as cidades analisadas, apenas Florianópolis (+10,6%) teve valorização acima do indicador de inflação acumulado no período - IGP-M em 10,54%. 
Outras sete cidades fecharam o ano com valorização no valor do m²: Joinville (+4,3%), São Caetano do Sul (+4,2%), Jundiaí (+4,0%), Porto Alegre (+3,7%), Fortaleza (+3,6%), Salvador (+1,7%) e São Bernardo do Campo (+0,8%), todas abaixo da inflação. Já as capitais que apresentaram maior queda foram Rio de Janeiro (-21,21%), João Pessoa (-11%), Recife (-8,9%), Natal (-8,5%) e Belo Horizonte (-5,0%).
Em relação a venda, em 2015, todo o país teve desvalorização de 0,35% no valor médio do m², mas entre as grandes cidades a maioria valorizou. Vitória (+9,2%), Fortaleza (+8,9%), Porto Alegre (+7,9%), Salvador (+5,7%) e Goiânia (+5,6%) foram as cinco capitais com os maiores aumentos. Apenas três cidades avaliadas pelo DMI tiveram desvalorização do m² durante o ano: Londrina (-5,1%), Rio de Janeiro (-1,3%) e Belo Horizonte (-0,3%). O valor do índice de inflação acumulada no período (IPCA) foi de 10,67%. 
- Durante 2015, o Brasil passou por várias mudanças, principalmente na área da economia. Foi um ano difícil, que afetou a confiança dos brasileiros no mercado. Especificamente no setor imobiliário, a oferta de crédito foi dificultada com as mudanças nas regras de financiamento. Todo esse cenário justifica a desvalorização dos valores de imóveis. É importante entender, porém, que mudanças no mercado imobiliário são de longo prazo. Os preços não sofrem quedas bruscas e correspondem as demandas locais. Cada cidade possui uma dinâmica própria - explica Lucas Vargas, executivo chefe de Operações do portal VivaReal.
O estudo também apontou que 73% dos consumidores buscam imóveis de até R$ 500 mil, porém oferta para essa faixa de preço é de apenas 42%. Em contrapartida, a demanda por imóveis acima de R$ 1 milhão continua crescendo no Brasil e passou de 6% para 9% em 2015.
No ano passado, o mercado imobiliário sentiu diretamente o impacto da crise econômica do país. Após as alterações das regras de crédito imobiliário por bancos importantes, como Caixa Econômica Federal, o número de imóveis financiados caiu 56% no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip).
Desde 2013, o VivaReal faz um comparativo entre a demanda de venda e aluguel. No final de 2015, pela primeira vez a procura por imóveis para locação ultrapassou a procura por imóveis para compra.
Nesse cenário mais restritivo vemos uma mudança histórica na busca por imóveis. Atualmente o consumidor acredita que o aluguel é a solução enquanto espera a retomada da economia e mais facilidade com o crédito, completa Vargas.
O DMI também apontou que entre os consumidores que fecharam negócio em 2015, cerca de 50% conseguiram descontos na hora da transação. A maior parte dos descontos negociados (58%) é de até 10% no valor anunciado.

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br

25 de março de 2015

Vendas de imóveis usados e locação em residencial em SP tiveram janeiro de alta

O ano começou com resultados positivos em dois segmentos importantes do mercado imobiliário paulista, o de imóveis usados e o de locação residencial. Comparadas a dezembro último, as vendas em janeiro cresceram 3,7% e a locação de casas e apartamentos aumentou 29,69% nas 37 cidades pesquisadas mensalmente pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

O bom desempenho das vendas e da locação se refletiu no Índice Creci-SP, que mede o comportamento dos preços dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais. O índice registrou aumento de 1,04% em janeiro sobre dezembro. Em 12 meses até janeiro, porém, o Índice Creci-SP está negativo em 4,17%.

O crescimento das vendas em janeiro deste ano foi menor que o registrado em janeiro de 2014, de 9,4% sobre dezembro de 2013, mas maior que a tímida alta de 0,96% de janeiro de 2013 sobre dezembro de 2012.

- O importante é que este é o terceiro ano consecutivo em que há crescimento e não recuo das vendas em um mês tradicionalmente fraco e de baixa expectativa de negócios - afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Já o mercado de locação não trouxe surpresas.

- Janeiro é o mês em que tradicionalmente muitas famílias se mudam por causa da troca de escola dos filhos ou de emprego e da chegada às cidades com grandes universidades e faculdades dos jovens aprovados nos vestibulares, o que cria uma demanda extra - assinala Viana Neto.

No mês em questão do ano passado, o crescimento no número de locações foi de 28,48% sobre dezembro de 2013. E em janeiro de 2013 houve alta de 16,41% em relação a dezembro de 2012.

O crescimento das vendas em janeiro deste ano foi puxado por duas das quatro regiões que compõem a pesquisa estadual do Creci de São Paulo. No Litoral, a alta foi de 55,82% em relação a dezembro. Nas cidades de Santo Andre, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco, o aumento foi de 14,43%. Houve queda na Capital, de 10,24%, e no Interior, de 27,17%.

A locação de casas e apartamentos cresceu em janeiro nas quatro regiões componentes da pesquisa Creci-SP: 45,31% na Capital; 24,63% no Interior; 25,36% no Litoral; e 9,06% nas cidades da região do A, B, C, D mais Guarulhos e Osasco. 



Financiamento lidera vendas - As 1.183 imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP venderam 64,98% dos imóveis usados em janeiro por meio de financiamento bancário, sendo a Caixa Econômica Federal (CEF) responsável por 60,14% desse total. As vendas à vista somaram 30,88% e as financiadas diretamente pelos proprietários, 3,92%. Os consórcios continuam tendo participação minoritária nesse mercado - ela foi de 0,23% em janeiro.

Dos imóveis vendidos em janeiro, 52,07% eram apartamentos e 47,93% eram casas. Para vendê-los, os proprietários concederam descontos de 5,07% sobre os preços inicialmente pedidos para as propriedades situadas em bairros de regiões periféricas; de 6,91% para os de bairros de regiões centrais; e de 6,96% para os de áreas nobres. 

Os imóveis usados de até R$ 300 mil foram os mais vendidos no Estado em janeiro, com 58,76% do total de negócios fechados nas imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP. Na divisão das vendas por faixas de valor, predominaram os imóveis de até R$ 4 mil o metro quadrado, com 64,99% do total.

Casas e apartamentos com até R$ 1 mil de aluguel mensal foram os mais alugados em janeiro no Estado de São Paulo, com 56,16% das novas locações contratadas nas 37 cidades pesquisadas pelo Creci-SP. As casas somaram 53,85% do total e os apartamentos, 46,15%.

As mesmas imobiliárias que alugaram esses imóveis receberam de volta outros 1.527, o equivalente a 71,75% do total de novas locações de janeiro. Os donos dessas casas e apartamentos concederam aos novos inquilinos descontos variáveis sobre os aluguéis inicialmente pedidos. Esses descontos foram em média de 7,9% nos imóveis de áreas nobres, de 8,1% nos de bairros periféricos e de 9,88% nas áreas centrais. A preferência dos proprietários foi pelo fiador como meio de se garantirem em caso de inadimplência dos inquilinos - 60,62% deles optaram por essa forma de fiança.

A segunda modalidade de fiança mais adotada em janeiro foi o depósito de três meses do aluguel, presente em 18,75% dos contratos, seguida pelo seguro de fiança, com 13,49%. Outros 6,58% optaram pela caução de imóveis e 0,56% não exigiriam nenhuma forma de garantia para a locação.

A inadimplência nas imobiliárias pesquisadas pelo Creci-SP aumentou 3,9% em janeiro. Ela era de 2,82% dos contratos em vigor em dezembro e passou a 2,93 em janeiro deste ano. A comparação direta dos aluguéis médios de janeiro deste ano com janeiro do ano passado mostra que eles estão menores este ano no conjunto do estado. A redução é de 4,62% no aluguel de imóveis situados em bairros de áreas nobres das cidades pesquisadas pelo Creci-SP - o valor baixou de R$ 2.263,27 em janeiro de 2014 para R$ 2.158,58 em janeiro último.

No caso dos imóveis situados em bairros da área central das cidades, a queda no aluguel médio foi de 3,94%, com o valor caindo de R$ 1.178,43 para R$ 1.131,96. Nos bairros de periferia, a queda do aluguel foi menor, de 1,96% - o valor passou de R$ 884,93 em janeiro de 2014 para R$ 867,54 este ano.

Os aluguéis residenciais no Estado de São Paulo em janeiro variaram conforme a região e a localização dos imóveis, segundo apurou a pesquisa feita pelo Creci-SP com 1.183 imobiliárias de 37 cidades: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

29 de janeiro de 2014

Valor de venda de imóveis usados em Londrina fica acima da inflação

Os preços de venda dos imóveis residenciais usados em Londrina apresentaram um aumento médio de 6,84% no ano de 2013, já os comerciais subiram em média 7,96%, acima da inflação registrada no período. Os dados fazem parte do levantamento do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), do Sistema Secovi.

Com relação aos alugueis, no mesmo período, a média para os imóveis residenciais ficou na casa dos 2,78% enquanto os comerciais recuaram 4,83%. 

Segundo o presidente do Inpespar e vice-presidente de Economia e Estatística do Secovi, Luiz Fernando Gottschild, o estudo tem por base os dados colhidos em pesquisas realizadas, mensalmente, de dezembro de 2012 a dezembro de 2013 nos sites das imobiliárias da cidade. 

Dezembro –  Com relação à participação do tipo de imóvel ofertado para aluguel residencial, os itens de maior volume foram os apartamentos com três e dois dormitórios que correspondem, respectivamente, a 39% e 16,3% do total. Quanto à localização, a região central concentra 28% dos alugueis e o restante das ofertas está pulverizada pelos bairros, como por exemplo, o Ipiranga (2,7%) e Terra Bonita (1,3%). 

No caso da venda de residenciais usados, os maiores números de ofertas são apartamentos com três dormitórios (29,9%) e casas de alvenaria com três dormitórios (26,1%). Com relação aos comerciais, a maior participação em volume está em barracões (35,8%) e casas (29,5%).

Fonte: http://www.bonde.com.br

3 de dezembro de 2013

COMO FUNCIONA O CÁLCULO DE REAJUSTE DE ALUGUEL

IGPM

IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é o indicador de movimento dos preços calculado mensalmente pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e divulgado no final de cada mês de referência. Atualmente, ele é o índice de referência utilizado para o reajuste dos aumentos da energia elétrica e dos contratos de aluguéis.

O Índice IGPM

Divulgado pela primeira vez em Novembro de 1947, o Índice Geral de Preços do Mercado foi concebido para ser uma medida abrangente do movimento de preços.

O QUE É PRECISO SABER SOBRE ALUGUEL RESIDENCIAL


Ao alugar um imóvel é necessário documentar a negociação por meio de um contrato, de preferência,

escrito. O inquilino deve ler atentamente todas as suas cláusulas, guardando uma cópia junto com os recibos de pagamento do aluguel e encargos.
Contrato de locação é o ajuste firmado onde o locador entrega imóvel para uso do locatário, mediante pagamento (aluguel).
Locador é o representante ou proprietário do imóvel (senhorio).
Locatário é aquele que aluga o imóvel (inquilino).

Fatores que são assegurados no CONTRATO DE LOCAÇÃO:

Deveres do proprietário (locador)
Deveres do inquilino (locatário)
Reajuste do aluguel
Revisão do valor do aluguel
Desocupação do imóvel pelo inquilino
Rescisão do contrato, entre outros.
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